Medicamentos de alto custo
Negativas de medicamentos oncológicos, fora do rol, off-label, importados ou para doenças raras — pelo plano ou pelo SUS.
Ler o guia completo →
Atuação técnica na análise de negativas de cobertura, medicamentos, cirurgias, home care e procedimentos médicos.
Quando um plano de saúde ou o SUS negam cobertura para um tratamento, exame, cirurgia ou medicamento prescrito, o paciente pode ter o seu direito à saúde afetado — muitas vezes em um momento de fragilidade.
Em muitos casos, é possível avaliar tecnicamente se a negativa tem fundamento legal e quais medidas cabem diante da situação concreta. Em situações urgentes, quando presentes os requisitos legais, pode ser avaliado o pedido de tutela de urgência (liminar).
A análise do seu caso é feita diretamente pela Dra. Érica Cozzani.
Cada etapa é conduzida com transparência, explicando as possibilidades e os riscos de cada caminho.
Prescrição médica, negativa por escrito, contrato e comprovantes.
Estudo do contrato, da negativa e da prescrição à luz da lei e da regulação da ANS.
Incluindo eventual pedido de tutela de urgência, quando presentes os requisitos legais.
Atualizações claras sobre cada etapa do processo.
Os temas mais buscados aparecem em destaque. Cada um reúne as dúvidas mais frequentes sobre o assunto.
Negativas de medicamentos oncológicos, fora do rol, off-label, importados ou para doenças raras — pelo plano ou pelo SUS.
Ler o guia completo →Recusa de procedimentos, tratamentos e cancelamento do contrato mesmo com pagamentos em dia. A análise considera o contrato, o rol da ANS e a comunicação da operadora.
Terapias multidisciplinares como ABA, fonoaudiologia e terapia ocupacional são frequentemente alvo de limitação ou negativa.
Negativas de internação domiciliar, redução de equipe ou de horas de enfermagem, analisadas conforme prescrição e quadro clínico.
Recusa de cirurgia indicada, exames, vaga em UTI ou internação de urgência, avaliada a partir do relatório médico e das regras da ANS.
Aumentos por faixa etária ou sinistralidade fora dos parâmetros legais e contratuais podem ser questionados.
Negligência, imprudência ou imperícia no atendimento podem gerar indenização, conforme prontuário, laudos e provas.
Demora ou negativa de medicamentos, cirurgias e tratamentos na rede pública, avaliadas conforme protocolos aplicáveis.
Medidas simples que ajudam a preservar os seus direitos desde o primeiro momento.
A recusa deve ser formalizada, com o motivo. Anote protocolos, datas e nomes de atendentes.
O relatório deve explicar o diagnóstico, a necessidade do tratamento e os riscos de não realizá-lo.
Reúna em ordem cronológica tudo o que comprova o quadro clínico e a indicação médica.
Para plano de saúde, os boletos pagos e o contrato; para o SUS, os protocolos de pedido.
Com a documentação em mãos, o advogado avalia o fundamento da negativa e as medidas cabíveis.
Não tem todos? Tudo bem: na análise do caso, o advogado indica como obter o que falta.
Envie os documentos que você já tem e receba orientação sobre os próximos passos.
A negativa deve ser analisada caso a caso. O rol da ANS é a referência de cobertura, mas, conforme a Lei nº 14.454/2022 e o julgamento da ADI 7265 pelo STF (2025), tratamentos fora do rol podem ser exigidos quando cumpridos, ao mesmo tempo, os requisitos fixados pelo Tribunal — como prescrição fundamentada, inexistência de alternativa no rol, comprovação científica e registro na Anvisa.
Reúna a prescrição médica detalhada e a negativa por escrito e busque orientação jurídica para avaliar se há fundamento para contestar a decisão. Veja o guia completo sobre medicamento de alto custo nesta página.
Sim. A ANS estabelece prazos máximos de atendimento. Demoras injustificadas em autorizações essenciais podem ser questionadas, a depender da análise do caso concreto.
O SUS segue protocolos clínicos e listas oficiais. Para medicamentos não incorporados, o STF fixou requisitos específicos (Tema 6 e Súmula Vinculante 61), que devem ser analisados com base na documentação médica do caso.
Pode, desde que respeite as regras contratuais e regulatórias aplicáveis. Reajustes fora desses parâmetros podem ser questionados.
Não necessariamente. A validade depende do cumprimento de exigências legais, como a notificação prévia do beneficiário. A ausência desses requisitos pode tornar o cancelamento questionável.
Sim, quando previsto em contrato ou quando não há rede credenciada disponível para o atendimento necessário, entre outras hipóteses a serem analisadas.
Não necessariamente. Procedimentos fora do rol podem ser exigidos quando presentes os requisitos legais e os critérios fixados pelo STF, analisados conforme as circunstâncias do caso.
Quando presentes os requisitos legais — como risco à saúde e prova da negativa —, pode ser avaliado o pedido de tutela de urgência ao Poder Judiciário. A decisão sobre a concessão cabe exclusivamente ao juiz do caso.
As regras da ANS vigentes desde 2022 afastaram a limitação de sessões para diversas terapias de pessoas com TEA. Limitações e negativas devem ser analisadas conforme a prescrição e o contrato.
A negativa deve ser avaliada conforme a prescrição médica, o quadro clínico e o contrato. Quando o home care substitui uma internação hospitalar, a recusa pode ser questionada.
Em algumas situações, quando a conduta do plano contribuiu para o dano, é possível avaliar a inclusão de ambos no mesmo processo, conforme as circunstâncias do caso.
Não. O escritório atende clientes em todo o Brasil por meio de processos judiciais eletrônicos e atendimento digital.
Contrato do plano, comprovantes de pagamento, prescrição médica e a negativa por escrito, quando houver. Caso não tenha todos, a orientação jurídica ajuda a identificar como obtê-los.
Sim. As normas da ANS asseguram ao beneficiário o direito de receber a negativa de cobertura por escrito, com o motivo, quando solicitado.
Direito da Saúde: atendimento direto com a sócia responsável.